COVID19
BIAL CRIA FUNDO DE MEIO MILHÃO DE EUROS PARA COMBATE À PANDEMIA
01 de Abril de 2020
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EMPRESA TROFENSE IRÁ APOIAR INICIATIVAS DA COMUNIDADE NO ÂMBITO DO COMBATE AO COVID 19

A indústria farmacêutica BIAL, sediada na Trofa, acaba de anunciar a criação de um fundo, com dotação de meio milhão de euros, para apoiar diversas iniciativas da comunidade no âmbito do combate à pandemia COVID 19. “Temos recebido muitos pedidos de ajuda”, afirma o CEO da empresa com sede na Trofa, António Portela.

Em declarações à Lusa, António Portela adiantou que a Bial tem recebido “muitos pedidos de ajuda”, desde centros de investigação a profissionais de saúde, para ajudar no combate ao surto de COVID-19, e que, por essa razão, decidiu criar um fundo de apoio à comunidade.

“Enquanto empresa farmacêutica, além de assegurarmos a manutenção total da nossa atividade, que é crítica para milhões de doentes, entendemos dar também o nosso contributo à comunidade através da criação de um fundo que dotamos com meio milhão de euros”, afirma o CEO da empresa com sede na Trofa.

“Infelizmente, estamos a viver uma crise de Saúde Pública à escala mundial, em que a colaboração entre todos os agentes sociais – Estados, Governos, universidades, empresas e sociedade em geral – é crucial. Com esta ação queremos dar resposta a distintas necessidades”, acrescenta António Portela.

A pedido do Infarmed, a farmacêutica Bial está a produzir mais 50% do que o habitual, reforçando os stocks, nomeadamente, de antibióticos, por forma a criar uma “reserva nacional”. Apesar de estar a reforçar o stock, a farmacêutica não está a produzir nenhum medicamento em específico para a pandemia da COVID 19.

Com a maioria dos colaboradores em regime de teletrabalho e mais de 100 pessoas na empresa, nomeadamente da área da produção, qualidade e distribuição, a farmacêutica tem, apesar das “limitações”, assegurado que “os medicamentos chegam à população e às farmácias, seja em Portugal, França ou Itália”.

“As duas grandes preocupações que temos neste momento é mantermos as nossas pessoas seguras e protegidas e, a segunda, garantirmos que os nossos medicamentos chegam aos doentes que necessitam, estejam eles onde estiverem”, conclui.

Fonte: Dinheiro Vivo

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